Como testar códigos HTTP 200, 201, 400, 401, 403, 404 e 500
Interprete os códigos mais comuns junto com corpo, headers e efeitos do sistema.
Objetivo: transformar o assunto em decisões e casos de teste claros, adaptados ao risco do produto.
Sucesso
- 200 não garante conteúdo correto; 201 deve indicar criação coerente.
- Verifique Location, id gerado e persistência quando aplicável.
Erro do cliente
- Diferencie autenticação, autorização, recurso ausente e validação.
- Confirme mensagens úteis e formato padronizado.
Erro do servidor
- Valide observabilidade e ausência de dados sensíveis.
- Cenários controlados de falha devem preservar consistência.
Aplicação prática
Use a ferramenta Referência de status HTTP para apoiar os exemplos deste guia. A ferramenta acelera a preparação, mas a análise final continua dependendo do contexto e das regras do sistema.
Próximos passos
Registre os cenários que encontraram defeitos, revise a cobertura após mudanças e automatize apenas o que trouxer feedback confiável e manutenção sustentável.